É algo possível pela misericórdia divina para sanar as fraquezas cometidas ao longo do caminho. A confissão verdadeira remove a crise provocada pelo pecado e restaura a comunhão com Cristo. Até Cristo voltar isso deve ser uma prática, até que Ele transforme nosso corpo em sua glória (Fp 3.21).
Depois de pecar, não devemos entrar em desespero, pois "temos advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o justo" (I Jo 2.1-2). "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (I Jo 1.9).
Algumas pessoas têm dificuldade de confessar, não sabem o que declarar diante de Deus. Deve ser consciente e sincero.
Confesse o pecado cometido, pelo nome certo. Talvez seja a inveja, dificuldade de perdoar, irritação, egoísmo, soberba, contenda, falta de amor e muitas outras coisas.
Confesse a pecaminosidade latente, mesmo que você não tenha chegado ao ponto de satisfazer a vontade de pecar, confesse a vontade de pecar. Como o salmista: "Pois estou prestes a tropeçar, a minha dor está sempre perante mim" (Sl 38.17).
Certas atitudes nossas provocam o pecado alheio e vice-versa. É muito fácil ser "cúmplice de pecados de outrem" (I Tm 5.22). Os pais irritam os filhos, o marido bruto pode levar à infidelidade a esposa. E ainda existe pecados internos que não sabemos o que são, mas devemos orar para que o Senhor nos sonde e perdoe nossas falhas.
Os obstáculos da confissão são: o orgulho, consciência endurecida, medo de pecar outra vez e falta de noção de pecado.
Os alarmes de Deus: a diminuição ou perda da paz de Cristo, a interrupção brusca da alegria, senso de culpa, pressão da consciência, peso da mão do Senhor, a ceia de Cristo, confronto com a santidade de Deus, acusação, escândalo e a disciplina eclesiástica.